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BT e INTERPOL se unem para combater o cibercrime

DC17-414 (4 de outubro de 2017)

A BT é a primeira fornecedora de telecomunicações a assinar um acordo de compartilhamento mútuo de dados

A BT anunciou hoje que se tornou a primeira fornecedora de telecomunicações a assinar um acordo de intercâmbio de dados com a INTERPOL, no avanço de seus esforços para combater a incidência cada vez maior de cibercrimes no mundo todo.

Assinado no Complexo Global para a Inovação (IGCI) da INTERPOL em Cingapura, esse acordo proporciona uma estrutura para a troca de informações sobre ameaças, com especial foco em dados relativos a tendências de crimes no ciberespaço, ciberameaças emergentes e já conhecidas, e ataques nocivos.

O acordo de compartilhamento mútuo de dados promoverá ainda mais cooperação entre ambas as partes, que seguem em sua luta para proteger famílias, consumidores, empresas e governos contra a crescente maré de cibercrimes.

Por sua vez, os especialistas em informações sobre ameaças da BT proporcionarão ao IGCI seus conhecimentos e percepções únicas no tocante ao panorama global de ameaças em permanente evolução, o que ajudará a INTERPOL em seus esforços para identificar e combater cibercriminosos no mundo inteiro.

A BT já vinha realizando uma estreita colaboração com a INTERPOL e, anteriormente neste ano, foi uma das sete empresas internacionais com conhecimentos em segurança a prestar assistência a uma grande operação de combate ao cibercrime no Sudeste Asiático. A equipe de informações e investigação de ameaças da BT, que trabalha na central de operações de segurança da empresa em Cingapura, proporcionou informações sobre ameaças regionais, inclusive dados relativos a grupos hacktivistas locais e sites de phishing.

A operação como um todo revelou aproximadamente nove mil servidores de comando e controle (C2), que costumam ser empregados para lançar ataques distribuídos de negação de serviço (DDoS) e disseminar malware, ransomware e spam. Além disso, as investigações descobriram centenas de sites comprometidos, inclusive portais governamentais.

Noboru Nakatani, diretor executivo do IGCI

A escala e a complexidade do atual panorama de ciberameaças tornam essencial a cooperação entre todos os setores se quisermos realmente combater esse fenômeno global”, afirmou Noboru Nakatani, diretor executivo do IGCI.

“O acordo da INTERPOL com a British Telecom é um passo importante em nossos esforços permanentes para assegurar que autoridades legais do mundo todo tenham acesso às informações de que necessitam para combater essas crescentes ciberameaças”, acrescentou Nakatani.

Mark Hughes, CEO da BT Security

O compartilhamento de informações sobre ameaças entre autoridades legais e o setor privado é fundamental para a luta contra o cibercrime, que cada vez mais ignora fronteiras. Portanto, combater esse tipo de prática criminosa requer uma reação coletiva e mundial, com cooperação entre os setores público e privado. A experiência da BT em segurança ajudará a INTERPOL a identificar e responsabilizar cibercriminosos, à medida que desenvolvemos conjuntamente nossa compreensão dos desafios que nós e outras organizações enfrentam na batalha contra os ciberataques”.
- Mark Hughes, CEO da BT Security

Um recente relatório sobre cibersegurança da KPMG encomendado pela BT identificou cinco estágios pelos quais passam as empresas até assumirem a liderança em matéria de cibersegurança. O relatório concluiu que, para alcançar o estágio final (a verdadeira liderança) e realmente fortalecer suas defesas, elas devem perceber que precisam interagir com a comunidade mais ampla – outras empresas e órgãos públicos – com intercâmbio de dados, conhecimentos e experiências. O acordo de compartilhamento de dados firmado entre a BT e a INTERPOL é um exemplo dessa interação colocada em prática, com ambas as organizações dedicadas a desenvolver uma comunidade global de parceiros para combater e reduzir os danos das ciberameaças.

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Victoria Harres PR & Corporate Relations in the Americas